[25/02/2012] • 3 comentários

inquieta-me mais pela "indelicadeza" com que, na minha perspectiva, se vai abordando o assunto!
E a coisa foi clara no Carnaval (que não sendo feriado, o era para tantos de nós) com as divergências criadas localmente conforme o significado e envolvência comunitária das populações.
Não conheço e, muito menos, domino os dados da produtividade nacional. O que sei é que faz parte da história de cada um de nós um conjunto de eventos que local e nacionalmente celebram e marcam momentos chave de celebração comunitária.
A minha ideia é que um feriado (com maior incidência para os de marca religiosa) é mais do que um dia de lazer em que não se produz. É, quase sempre, um dia em que nos habituámos a viver, celebrar e participar comunitariamente em algo que é história. Porque fez e faz parte dela e de nós.
Talvez por isso, apagar feriados seja apagar relações comunitárias essenciais ao brio de um povo. Talvez por isso, defendo que mais do que acabar com os feriados precisamos dos que nos trazem outra vez à vida, ao empenho, ao orgulho, à luta, à relação cúmplice.

Que dizemos!?


[sábado, fevereiro 25, 2012] • 5 comentários



[17/02/2012] • 1 comentários

http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=2311476

[09/02/2012] • 7 comentários



Um pouco na continuação das ideias partilhadas anteriormente e, motivado pela reflexão partilhada no recorte (não sei se recente... mas muito partilhado nas redes sociais...), faço-me/vos esta questão.

Por outras palavras: proponho uma visão das nossas amizades desde que nos lembramos ser gente.

Evoluções, flutuações, perdas, conquistas, casos típicos e atípicos, encontros e re-encontros especiais!

À nossa amizade!!!

[30/01/2012] • 15 comentários

Penso que o assunto vem a propósito... -mais palavras!?
-Espero as nossas...

[26/01/2012] • 4 comentários

...de voltar a pensar em re-abrir as portas aqui do blogue...

porque, uns mais que outros, precisamos de continuar a construirmo-nos!!!

que me dizem? mas digam rápido...

[29/11/2010] • 2 comentários

A relevância da minha formação cristã nas minhas opções políticas, resume-se ao contributo que estas têm na minha formação... e por consequência em todo o tipo de opções que tome... é uma maneira bastante redutora de responder ao desafio, mas no fundo penso que as condições socioeconómicas do indivíduo e outras condições na sua formação, são mais influentes na formação de um pensamento politico do que propriamente o ser cristão, pelo menos de forma directa...

No entanto, esta questão recorda-me que para mim um partido que tenha católico ou cristão no seu nome, ou que se intitule cristão ou católico sai logo descredibilizado... Primeiro, apesar de concordar que os valores que me caracterizem e que sigo são também de outros cristãos... Isso não faz com que partilhemos os mesmos pensamentos... e que tenhamos a mesma visão do mundo... Ou seja, podemos até ser todos cristão, mas isso não nos enquadra no mesmo espectro ideológico ou político...

Um partido político ou mesmo politico, que se intitule cristão ou afins... quanto a mim poderá cair na tentação de chamar a si votos, não por estimular nas pessoas ideias e ou pensamentos, mas sim apenas uma sensação de segurança... Acho que é em parte usar o nome de Deus em vão... e por isso nunca será verdadeiramente cristão... Também é verdade que muitas vezes não é por ouvir alguém dizer que é cristão... e por saber muito de cristianismos e tudo o mais, que vou confiar... Porque quanto a mim ser cristão é uma questão de actos e atitudes...

No fundo, o que acho que deve ser comum nas nossas opções politicas é a integridade, honestidade, coerência e humildade com que as encaramos.

[18/11/2010] • 6 comentários

 

 

 

 

"Relevância

"Relevância da

"Relevância da minha

"Relevância da minha formação

"Relevância da minha formação cristã

"Relevância da minha formação cristã nas 

"Relevância da minha formação cristã nas minhas

"Relevância da minha formação cristã nas minhas opções

"Relevância da minha formação cristã nas minhas opções políticas."

 

 

 

[03/11/2010] • 9 comentários

voltar a re-re-re- animar este espaço... a pedido, não de muita gente, de uns poucos...


prometo que vou pensar no assunto!

alguém acha alguma coisa!!!???

[29/03/2010] • 3 comentários

Mas para já...


A pedido de várias famílias (maneira de dizer amigos de várias actividades, datas, locais...) está na hora de nos tentarmos juntar num jantar de confraternização... e etc... Vai, não vai, não me importo de decidir e marcar o local: histórico para alguns de nós: a Ti Augusta, nos Pousos!

Por isso, aqui fica o convite: SÁBADO, DIA 10 DE ABRIL, ÀS 20.00 HORAS! A EMENTA TERÁ COMO PRATO FORTE NACO DE VACA, BEBIDAS, ENTRADAS E SOBREMESAS... TUDO POR 12 EUROS POR PESSOA. FAÇAM O FAVOR DE DILVULGAR entre amigos, do CNE, do MCE, do CAES, dos Grupos de jovens... SOMOS DAQUELA GERAÇÃO!!!

Atenção: COMO SEMPRE HAVERÁ TRABALHO DE CASA. Quer isto dizer que temos uma actividade para fazer e levar para o jantar...E a actividade, tendo em conta que este é o primeiro jantar marcado via FACEBOOK, será levar uma fotografia própria como sendo a capa de um livro sobre a nossa (de cada um) vida.



Não tenham medo de abusar do photoshop!!!!



Uma espécie de capa da autobiografia de cada um de nós. Ou seja: foto mais título!!!



O tamanho convém ser tipo A5 (mais ou menos 15cm por 20...) As inscrições estão limitadas a 50 pessoas.E as inscrições podem ser feitas via facebook... até ao dia 6 de Abril, Terça-feira!!!



Jinhos e Abraços



PS: Claro que nem é preciso dizer que é obrigatório trazer guitarras, violas, cavaquinhos, jambés, vozes e afins!!!!

[28/01/2010] • 1 comentários

E eu Pedi... Queria muito ir ao Encontro Europeu de Taizé... à Polónia... e fui... Fui porque lutei por isso, fui porque acreditei que ao pedirmos com o nosso interior, conseguimos muitas vezes ser ouvidos... Sentir que o iria Ouvir, naquele encontro que conseguiu ser mais "Um", entre os três que tive oportunidade de já viver naquela Simples e Humilde comunidade.... Obrigado Abílio.... A responsabilidade será sempre tua e Dele que me faz sentir tão bem cada vez que volto à vida normal!!! E mais uma vez vim cheia, mas com uma enorme vontade de ficar!!! Ficar para o Ouvir no meu silêncio profundo!!! Que soube tão bem!!! É nestes momentos de reflexão que percebemos que Pedir, Ouvimos Deus, na forma como nos sentimos, como nos damos com os outros, como podemos aceitar de bom agrado todas as coisas boas e menos boas que vamos vivendo e presenciando...

De momentos de serenidade interior, volto para o mundo que deixei... Agora lembro-me que à cerca de 2 meses pedi a Deus que atendesse às minhas preçes de salvar uma criança... e eu Ouvi...não sei ainda se bem... mas Ouvi... Ela ficou...Não da maneira que gostariamos, mas ficou... Senti por momentos que tudo iria acabar, que Deus não me ouviu... Mas quem sou eu no meio de um mundo tão grande para duvidar do que ele quer? Quem sou eu para achar que tudo deveria de ser diferente??? Só tenho a dizer um pouco mais conformada com tudo que será sem dúvida uma enorme lição de vida para todos os crescidos que a rodeiam...

Eu Peço e Ouço Deus de diversas maneiras... Nem sempre adivinho o que ELE quer para o que eu peço... Mas quero sentir que tudo o que ELE me diz tem uma enorme razão de ser, e que se assim o é, eu só terei que ter vontade de viver cada vez mais feliz!!!



Um bem haja a todos e um Bom Ano cheio de Pedidos e de Vozes de todos os Lados.......





Fatimamede

[27/01/2010] • 1 comentários

Talvez qualquer popular explicasse este ditado dizendo que Deus nos põe á prova, não nos liberta dos obstáculos, obriga-nos a pensar, a crescer e a encontrar soluções. Guia-nos sem nos dizer vai por aqui ou por ali, ouve-nos mas não nos dá tudo de mão beijada. Mas este mesmo Deus nunca nos deixa cair, não sai do nosso lado, não nos torna as coisas impossíveis; ajuda aqui e ali nas questões cruciais e levanta mais o pano quando andamos perdidos. Não nos enforca.

Mas eu acho que Deus não me põe a prova de nada, ele anda de mão dada comigo; qualquer obstáculo para mim seria um obstáculo para ele. É verdade que não me facilita a vida mas também não é para isso que cá está. Não lhe peço nada, não me põe nada a frente. Caminha comigo e não vai mudar o meu caminho, se tiver dificuldades posso encontrar nele suporte, se eu cair ajudar-me-á a levantar. Pensa comigo nos problemas, ri-se e põe questões, como se falasse com ele como falo com qualquer outra pessoa.

Não posso dizer que aperte nas dificuldades da vida porque não é Ele que as cria; nem quando me faz pensar ou mudo o meu rumo – isso sou eu. Admito ser extremamente difícil para mim explicar uma relação que nunca esteve em palavras. O Deus de uns talvez aperte, o de outros não, não será uma perspectiva? Será que muda a maneira como olhamos as barreiras se soubermos que alguém lá em cima aperta connosco e até espera de nós?

[18/01/2010] • 4 comentários

Está escrito! Aqui!

[15/01/2010] • 2 comentários

[Para escrever esta pequena reflexão associei às palavras menino e borracho, inocência e beleza interior.]

Tem-me sido difícil escrever sobre este tema. Nunca tinha dado muita importância a este provérbio. Aliás, reparo que sempre que o ouvi, não gostei muito da situação.
A Deus e a este conjunto de palavras nunca consegui atribuir uma ligação que não sentisse estar a fazer uma invocação em vão.
A música desta frase sempre me suou como uma desculpa ou acusação. A primeira manifestando a ausência do colo de Deus; a segunda manifestando sentimento de injustiça na atribuição do colo a alguém indevidamente.
Ah... estou a lembrar-me de outra: em que a música de fundo da frase é um sentimento de pena acentuado de "coitadinho".

Se proferido nestes cenários, o nome de Deus será dito em vão.

Mas, se for o "menino"ou o "borracho" a dize-lo em jeito de agradecimento por si ou por outro, então não será em vão que se invoca o nome de Deus.

Sempre que de meninos e de borrachos conseguimos SER um pouco, Deus vai-nos colocando a mão por baixo.

[09/01/2010] • 2 comentários

A accção "ajudar" tem dois elementos envolvidos:

- quem oferece a ajuda
- quem a recebe posteriormente

A sua aplicação na práctica poderá não ser imediata. Provavelmente porque o contexto alterou-se ou porque, bem vistas as coisas, a ajuda não era assim tão útil para quem a requereu.
Ainda há casos em que as pessoas, com o seu belo "bitaite" ou acção espontânea, agem sem qualquer tipo de suporte, ou seja, aventuram-se com acção isolada. Uns, na calada da noite, outros sem medo de enfrentar terceiros.


Pedir ajuda faz de nós seres incapacitados? Pergunto eu......


Também nunca vos aconteceu que, após pedir ajuda, alguém também esteje curioso sobre o resultado, atento o que irá acontecer, à aplicação terrena da tal ajuda apalavrada, para além de vós mesmos?


Muitas vezes pedimos a tal ajuda a Deus e com isso tornamo-nos Seus mensageiros, mensageiros da Sua palavra, das Suas acções. Contribuimos para o que nos rodeia seja melhor e mais harmonioso. Juntamos esforços para que isso aconteça, potencializando o que de melhor há em nós.


(aqui fica apenas um link onde se pode ouvir uma história que se baseia neste provérbio)

[07/01/2010] • 2 comentários

... dia 20 proporei novos temas... -seria bom que até ao dia 15 de JANEIRO todos nós publicássemos os nossos artigos!!!!

e, já agora, k tal uma operação de marketing, junto dos nossos contactos, deste espaço: assim a participação é fraquita e a ideia não é celebrarmos o anonimato mas sim a discussão alargada...


ou estarei enganaado!!!???

[23/12/2009] • 9 comentários

Dá deus o frio conforme a roupa? Só a simples aceitação de que tal é verdade, revela-nos automaticamente um deus misericordioso…um deus justo…que não pede mais que aquilo que eu posso dar…que tem plena consciência das minhas limitações enquanto Homem..enquanto pessoa…

…mas depois penso: então e aquelas pessoas que morrem de frio? Não só na rua…também em suas casas…! Então e essas pessoas? Serão menos importantes? Será que, só porque a maioria das “ovelhas de deus” aguenta as temperaturas baixas, as minorias podem ser “sacrificadas”? …a não ser, claro, que o frio seja metafórico…

…e se o frio for, na realidade, a necessidade? Aí teria lógica…deus daria a necessidade consoante aquilo que já se tem…mas revela-nos a história politica (através do comunismo) que as coisas não funcionam assim…que quem tem, quer sempre mais e mais…e a sua satisfação vai sendo cada vez mais pequena quanto maior é a supressão de necessidades anteriores…resumindo…Quanto mais roupa, mais frio…

…e se a roupa for a fé? A fé que nos veste quando o frio da sociedade moderna nos atropela…ou a fé que nos veste de sentimentos e valores…por esta ordem de ideias, o frio seria, em si mesmo, uma carência. Todos somos carentes em alguma coisa…eu sou carente de humildade, por exemplo…será a roupa a fé de que um dia melhorarei este feitio? …até pode ser…mas então, onde entra o “Big-d” no meio disto tudo? É ele que me dá essa carência? Mas não deveria ser ele a dar-me a roupa??

Acho que levantei mais perguntas que criei respostas…mas não podia terminar sem fazer um paralelismo com outro ditado…um que os meus pais costumam usar, apesar de nunca o completarem: “Nós damos-te a cana…”…mas eu sei que tenho de ser eu a aprender a pescar…acho que, no fundo no fundo…deus dá o “frio” para que, quando temos pouca “roupa”, queiramos trabalhar…

[15/12/2009] • 1 comentários

A insatisfação da satisfação inconsequente de outrém. Diz-se de quem tem a sorte constante_ mente a bater à porta, mas não aproveita ou não agradece a mesma. Será Inveja, daquela que salta ao ouvido?
Há os afortunados e os "nem por isso". Construídos ou atribuídos, os acontecimentos inverosímeis, desejados ou espontâneos, são motivo de discussões. Tendo por origem Deus, Destino, Fado, Sorte, Fortuna, as Forças do Universo, o número de Plank, uma certeza fica: a realidade é-o, a partir daquele instante em que a graça é concedida. Ou fabricada, por nós ou outros...ou sempre esteve escrita.
O que fazemos com ela é que nos distingue. De nada serve uma fortuna testamentada se nos comportamos como novos-ricos e esbanjamos como se tivéssemos a certeza na palma da mão (ou no MasterGold da Visa)! Os que não têm dentes sempre podem guardar o espólio, para uma outra ocasião. Pedir a outro que as abra, trinque e lhas ponha na boca. Vendê-las, trocá-las por um album em vinil do Quim Barreiros. Aliás, o ditado, como o conheço e comummente ouço, é mais completo, logo mais redutor: "Dá Deus nozes a quem não tem dentes para as comer", o que claramente indica que foi concedida inconvenientemente a graça... Hum... estou a afastar-me do assunto.
É justo? Que ele tenha melhores notas sem ter estudado, e não queira seguir estudos? Que a miúda mais gira o ama e ele é gay? Que Deus nos tenha dado este mundo para cuidar e o máximo que conseguimos é querer imitá-lo? Não creio que Deus seja um miserável sem sentido de humor. Pelo contrário! Se o faz é para nos apercebermos que a humildade e a admiração são dons a cultivar.
Atribuímo-nos o papel de pseuDeuses quando julgamos e sentenciamos. Saberemos porventura toda a existência concreta de alguém? "Deus escreve direito por linhas tortas", diria agora. Porque não tentar um "Deus lhe dê discernimento para bem aproveitar o que lhe foi dado", apelando a uma melhoria contínua na capacidade de acção do outro? E sentir realmente essa vontade!
Congratulemo-nos pelas graças concedidas, a nós e outros. O resto... é com Deus.

[14/12/2009] • 2 comentários

Desta vez lembrei-me disto: pegar em alguns provérbios populares e propor que eles nos provoquem. Falam-nos de Deus, ou escondem-nos Deus!? Ao dizer, impávidos e serenos, algum destes provérbios estaremos realmente a respeitar o nome d´Ele?

(como o Natal está à porta, proponho que publiquemos os nossos textos durante o próximo fim de semana)


-PA: Deus escreve direito por linhas tortas.

-Alx: Deus tarda, mas não falha.

-Carlita: Voz do povo, voz de Deus.

-Anacruz: Cada um sabe de si e Deus sabe de todos.

-Catarina: Deus aperta, mas não enforca.

-Elsa: Ao menino e ao borracho põe Deus a mão por baixo.

-Rafa: Dá Deus o frio conforme a roupa.

-Mariana: Mais vale quem Deus ajuda do que quem muito madruga.

-Fabiana: Quem dá aos pobres, empresta a Deus.

-Paul(inh)o: Deus não dorme.

-The Clerk: Dá Deus nozes, a quem não tem dentes.

-Fatimamede: Quem não pede, não o ouve Deus.

[segunda-feira, dezembro 14, 2009] • 0 comentários

Podemos começar por aqui. Melhor, devemos começar mesmo aqui. Só assim se fará caminho. Acredito. Melhor, acredito que Deus não é uma coisa qualquer. Melhor ainda. Não é uma ideia maior ou mais perfeita que outra que venhamos a encontrar. Deus é. É Aquele ser único, irrepetível que, de certo modo, SE dá/deu ao luxo de se meter connosco, falando-nos de Si e de nós. E nesse falar, fez a vai fazendo mossa (essencialmente boa).
Deus nunca soube estar de outro modo. Melhor, só sabe estar connosco. Na maior das diversidades, posso aventurar-me, que nos formam. Basta, ainda hoje, olhar uma assembleia duma celebração e dá vontade de tremer, ainda. A diversidade de pessoas, histórias, sentires, bloqueios, sonhos, heresias e mais que haja. E, no entanto, é essa gente que continua, além de merecer o nosso respeito, a ser um connosco na busca do rosto de Deus. E, esse mesmo Deus, não se deixa estar quedo. Assim como veio ao nosso encontro ao longo da história, continua a chegar hoje. E a querer que assim seja. Na sua diversidade. Pai, sim. Filho, também. Espírito para sempre.
Sinto que é este Deus que ainda nos falta descobrir na nossa dimensão comunitária. Como grupo de crentes (cristãos) também e ainda.
Talvez aqui resida uma distinção que nos transforma ou nos faz, pelo menos diferentes, de outros credos. Tão dignos de respeito como o nosso. Mas o nosso Deus é um Deus connosco. Na história e ao longo da história. Melhor, é um Deus que vira a história do avesso ao fazer-se história humana, também.
Sinto, por vezes, que aqui falhei como ministro. Ou, se quisermos, que a Igreja falha constantemente. Ao não ser capaz de apresentar Deus convenientemente.
Mas talvez esse seja o desafio maior, para Ele e para nós. Ele que tem de continuar a encontrar maneiras de Se dar a conhecer, apesar da nossa fé. Nós que, no constante dos dias, temos de O descobrir apesar das ideias feitas e institucionalizadas historico-culturalmente e religiosamente!!!.
Mais que tudo: Acredito em Deus Pai que me ama. Acredito em Jesus Cristo, Deus e Um connosco em humanidade. Acredito no Espírito Santo, constante presença e força inspiradora de forças que a razão desconhece.
No fundo: sinto-me, ainda hoje, um privilegiado em ter tido a oportunidade de acreditar e de, ainda hoje e sempre, de ter de continuar à procura  dum rosto de Deus que fuja às barreiras do espaço e do tempo. Mas que ao mesmo tempo, seja mais do que pura invenção da minha própria sensibilidade. Porque tem história feita com a humanidade. Tem história contada e recontada na Palavra de Deus. Tem história comigo...

Tem oferta de Si Mesmo...

E enquanto não descobrirmos essa oferta constante de Deus, não nos descobrimos e não O descobrimos a Ele(s).