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A morte é «passagem» do homem para a eternidade, “nela o homem acaba de nascer totalmente e, se for para o bem, chamar-se-á de céu como plenitude divina e humana no amor, na amizade, no encontro e na participação de Deus. Toda a vida humana é um tender, um caminhar e educar-se para isso: um processo de amadurecimento pessoal que, na morte, deve desabrochar totalmente.”
(L. BOFF, Vida para além da morte, Vozes, Petrópolis 1993, p. 55)