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muitas vezes, aliás, é uma fonte de inspiração constante, tenho de o confessar...
espaço inspirador, onde, podemos e devemos voltar, sempre que, ao olhar para a frente, precisemos de ir buscar, também, as forças do passado...
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muitas vezes, aliás, é uma fonte de inspiração constante, tenho de o confessar...
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... acreditem que estas citações, não foram por acaso.
Ou será que foram!?
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"Perguntar pelas condições de participação dos crentes, pelos condicionamentos que afectam a consciência da pessoas, pelas mentalidades que predominam e as inércias que persistem, pelas razões mais profundas que fazem de grande parte dos crentes uma massa amorfa no quotidiano eclesial, pelas possibilidades que as pessoas têm de articular e de fazer ouvir as suas experiências e as suas intuições na vivência da fé em Igreja."
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"A pergunta pelas condições que favorecem ou travam esse crescimento na maturidade da fé é, assim, uma questão fulcral e prioritária que cada Igreja tem que se colocar como interpelação ao seu modo colectivo de viver,ao funcionamento das suas estruturas, às prioridades pastorais que estabelece.
(...) Reconhecer e fomentar Igrejas locais abertas a acolher os sinais do Espírito nas formas culturais envolventes, conscientes da sua missão de contribuírem para uma mais autêntica percepção do Evangelho na situação concreta, dotados daquela legítima autonomia sem a qual a criatividade da esperança cristã e a força do testemunho profético não podem florescer."
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"A opinião pública na Igreja contribuirá para que se supere a tentação de uma mera comunicação de sentido único, o equívoco de uma linguagem fechada no próprio círculo, a ilusão de um discurso que pretende dizer coisas decisivas para os homens mas que não atinge as suas verdadeiras questões vitais."
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"A busca de um outro modo de exercer a autoridade na igreja, à luz de questionamentos deocráticos, trata-se assim de superar um estilo de afirmação doutrinal e de governo marcadamente «autoritário-directivo» por um estilo mais «integrador-motivador», em que a vontade de diálogo, o fomento da criatividade, a capacidade de perceber as objecções de consciência dos outros, o reconhecimento dos próprios limites, a criação de um clima de relações abertas,enfim uma confiança profundamente cristã na acção do Espírito em toda a vida da Igreja são decisivos. (...) A qualidade de «humanidade» que se manifesta no viver comunitário da igreja, também nos processos de participação nas decisões e de busca comum da verdade, é um aspecto de grande relevância para a sua capacidade profética no mundo de hoje."
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Antes de mais, peço imensa desculpa pelo atraso...uma vez mais...mas queria meter o "bedelho" (aconselho quem não sabe o que é um Bedelho a ir ver ao dicionário o que é para constatar que não é nada de mal, para que não ande ai a dizer "O Rafa é um este, o Rafa é um aquele...")...mas eu gostava de meter a colher na semana da Rita, uma vez que já ando a cuscar e a mexer na semana do PA...mas pronto..
Se eu fosse encontado à parede e mediante pressão violenta e desumana..A música hotel california dos Eagles...algume me pergunta-se um filme, um livro e uma música que tenham marcado a minha vida...eu responderia..
Um fime: A marcha dos pinguins...a determinada altura já me apetecia matar focas leopardo e agarrar nos pinguins ao colo...é de admirar que após 3 meses sem comer, ainda consigar regurgitar uma refeição inteira para os pinguins recem nascido...pra mim, é um pouco mais que um filme...é uma lição de vida
Um livro: Lágrimas da minha alma...de Kim Youn Hee...é a história veridica de uma espia Norte Coreana, contada na primeira pessoa...de salientar que ela conta a sua formação, a razao de ser espia, e todas as coisas que lhe aconteceram...li-o era ainda chavaleco, mas marcou-me profundamente...
Uma música: Brothers in arms dos Dire Straits...porque o topo de tudo são os meus irmãos...pessoas que curiosamente me apresentaram, quando eu era muito miudo, este grupo colossal, e música esta, que sempre adorei...é linda...letra, musica...é fenomenal...
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Se o wikcionário diz, é porque é verdade:
Nove: número equivalente a oito mais um.
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À oitava posta já dá para ver que o Cenáculo está animado como nunca. O facto de ter apenas um comentador (a tentar cumprir a minha meta pessoal na área dos comentários) atesta a minha conclusão. E vai daí pensei: se calhar fiz mal em não arranjar desafios para a malta. Eles Vocês gostam de desafios. Aliás, não é por acaso que a minha caixa de correio electrónico fica inundada de desafios. Acompanhados de ameaças: se não enviares esta mensagem nos próximos 2,5 segundos passarás um semana de pé por causa das hemorróidas.
E também já não vejo comentários do género "és poeta", "escreves tão benzinho", "és um fartote" e, sobretudo "gosto tanto de ser tua amiga". Deve ser por não ser poeta. Mas tenho de pensar melhor e começar a arranjar mais amigos.
Mas tudo isto não interessa. E a partir de hoje interessa ainda menos. Imagino que ande por aí gente com umas azias tipo "olha-me-este-tipo-hein". No lugar de desafiar, provoquei. E por acaso conhecem a raiz etimológica do verbo "provocar". Do latim pro+vocare, chamar em favor de alguém ou de alguma coisa, chamar a atenção para.
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A propósito da protagonista do Juno de que falei aqui, aconselho vivamente a ver o Hard Candy onde ela tem mais uma interpretação magistral.
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Tivemos sorte no sorteio da taça: calhou-nos a equipa mais fraca.
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Hoje armei-me em crítico de cinema reles (o reles sou eu, não o cinema; devia ter escrito: crítico reles de cinema, mas acho que não soava bem). Não transcrevo na íntegra o que se me escorreu das ideias porque podem vê-lo aqui. Lembrei-me que anda por aqui muita gente a gostar da Amélie Poulain e por isso pensei em aconselhar-vos uma vista de olhos ao Juno. Sobre ele, escrevi:
Juno é uma adolescente de dezasseis anos que acorda uma dia com uma gravidez inesperada e decide levá-la até ao fim. E a forma como o consegue, faz-nos desejar que levemos todas as gravidezes até ao fim. E embora nos façam crer que isso, hoje em dia, parece não ser sinal de inteligência, Juno, contraria esse preconceito, porque nos seduz exactamente pela sua capacidade de percepção do mundo que a rodeia e pela forma como interage com ele. E permitam-me que brinque muito a sério: afinal, as raparigas inteligentes não abortam.
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Os erros que o sistema apresenta sempre que eu quero explicar qual o meu desafio para esta semana só pode ser um sinal. Um sinal de que tenho de pensar bem qual vai ser o desafio. Ora... já está!
Então, o meu desafio para esta semana é... não haver desafios para vocês. Ou seja, o desafio vai ser só meu. E de tão estúpido que é, acho que faço mal em revelá-lo: vou tentar bater o meu "record" pessoal de postas escritas numa semana. E perguntam vocês: então qual o teu record anterior? Eu respondo: não sei nem faço ideia. E perguntam vocês: mas há alguma razão para isso? E eu respondo: sim.
Da vossa parte já me posso dar por satisfeito se visitardes este espaço e fordes (palavra estranha) deixando um comentariozito aqui e acolá. Para todos os efeitos, este propósito começa bem. Só hoje, da minha lavra e contando com este, já vão quatro.
E perguntam vocês: mas ainda não disseste qual era a razão. E eu respondo: 'tava a ver que não perguntavam...
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Por problemas de processamento da informação por parte do sistema, vou retomar a minha proposta de desafio que é...
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Ora como estas bandas por aqui tem sido feitas de desafios bem desafiantes (para quem não sabe, as redundâncias são figuras estilísticas), também eu me sinto obrigado a dar vazão ao meu (desafio, entenda-se). Sim, eu sei que já estão a pensar: oh não! (acompanhado com ilustração do artigo anterior) mais desafios... E respondo: é só mais este, prometo.
Ora, cá vamos: o desafio (que querem? gostei da palavra!) para esta semana é... (e ouve-se aqui o rufar da tarola, tipo circo cardinalli quando a elástica trapezista se posiciona na corda com um conjunto de copos num pé e um serviço de loiça na outra) e o desafio para esta semana é...
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Palavras do momento (por sugestão da Rita): entusiasmo, participação, desafio, arrebitado...
PS. gosto particularmente do "arrebitado". É simpático e soa bem.
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esperamos mais entusiasmo e participação! O cenaculum está a morrer, ou o meu desafio é que foi uma grande seca? Enfim, gostava de voltar a ver este blog mais arrebitado!
Para isso conto com a ajuda do... P.A.! A semana é tua!
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Desta vez deixei mesmo para o fim.
Filme: dificil, dificil!
Mas por enquanto acho que posso dizer "Farväl Falkenberg". E um filme sueco, realizado em Falkenberg, vila ligada ao mar, e conta a historia de um grupo de rapazes ali nascidos e ali crescidos nas suas cumplicidades. Ha uma questao/pressao constante sobre se e suficiente permanecer ali, sendo que respostas muito diferentes vao sendo dadas ao longo do filme.
A banda sonora e tambem algo de muito especial:
http://www.youtube.com/watch?v=1NpwN6E0M44 (BCC: como coloco video directamente? aiai...nabice)
Musica: outra grande questao... vou tendo varias, mas vou partilhar uma:
Glass, Concrete and Stone, de David Byrne
http://www.youtube.com/watch?v=vLSRddJvTZg
O videoclip nao e original, mas como gosto dele e nao encontro o outro, aqui fica!
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Um filme?
É difícil pensar numa escolha apenas. . .
Se me tivessem feito esta mesma questão aos 10 anos possivelemnte, teria respondido o "Rei Leão". E era muito mais fácil. Apenas tinha visto o "Rei Leão"!
Esta semana foi um pouco "atípica"!
Apaixonei-me por uma música como há muito tempo não acontecia...
Fui ao cinema e pela primeira vez consegui Rir até me doer os maxilares... Chorar com aquele sentimento de "também quero!"... Sorrir, tremer, suspirar, enfim...
Tudo isto em duas horas de filme, numa noite de lua xeia, no cc Vasco da Gama em Lx.
Eu, que alugo os filmes pelas capas, compro os livros pelos títulos... este filme foi uma grande lição. Nunca teria ido ver um filme com o título "P.S. I love you" e teria perdido um grande momento.
("Boicotando" um pouco o desafio da Rita)
Filme do momento. . . "P.S. I love you"
Música do momento. . . "I'm yours" Jason Mraz
Livro do momento. . . "Brand Taboos" Carlos Coelho, Paulo Rocha (uma inspiração criativa)
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