[03/03/2008] • 2 comentários

Hoje armei-me em crítico de cinema reles (o reles sou eu, não o cinema; devia ter escrito: crítico reles de cinema, mas acho que não soava bem). Não transcrevo na íntegra o que se me escorreu das ideias porque podem vê-lo aqui. Lembrei-me que anda por aqui muita gente a gostar da Amélie Poulain e por isso pensei em aconselhar-vos uma vista de olhos ao Juno. Sobre ele, escrevi:

Juno é uma adolescente de dezasseis anos que acorda uma dia com uma gravidez inesperada e decide levá-la até ao fim. E a forma como o consegue, faz-nos desejar que levemos todas as gravidezes até ao fim. E embora nos façam crer que isso, hoje em dia, parece não ser sinal de inteligência, Juno, contraria esse preconceito, porque nos seduz exactamente pela sua capacidade de percepção do mundo que a rodeia e pela forma como interage com ele. E permitam-me que brinque muito a sério: afinal, as raparigas inteligentes não abortam.

2 comentários:

alx disse...

Ainda não vi o filme. Nada posso dizer. Mas posso dizer o que ouvi hoje de manhã na rádio (de memória): que no ano pasasdo se tinham "vendido" uma quantidade razoável de pilulas do dia seguinte a menos... e fazia-se referência à aprovação da lei do aborto como um factor que tinha contribuído para essa realidade.
Afinal, devagar, parece, começa a ser um método contraceptivo...

alx disse...

OLhem só o raciocínio aí esparrachado:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=83260

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