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Penso que o assunto vem a propósito... -mais palavras!?
-Espero as nossas...
espaço inspirador, onde, podemos e devemos voltar, sempre que, ao olhar para a frente, precisemos de ir buscar, também, as forças do passado...
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Penso que o assunto vem a propósito... -mais palavras!?
-Espero as nossas...
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Etiquetas: reabrir
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Etiquetas: Relevância da minha formação cristã nas minhas opções políticas.
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voltar a re-re-re- animar este espaço... a pedido, não de muita gente, de uns poucos...
prometo que vou pensar no assunto!
alguém acha alguma coisa!!!???
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Etiquetas: jantar de Páscoa 2010
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E eu Pedi... Queria muito ir ao Encontro Europeu de Taizé... à Polónia... e fui... Fui porque lutei por isso, fui porque acreditei que ao pedirmos com o nosso interior, conseguimos muitas vezes ser ouvidos... Sentir que o iria Ouvir, naquele encontro que conseguiu ser mais "Um", entre os três que tive oportunidade de já viver naquela Simples e Humilde comunidade.... Obrigado Abílio.... A responsabilidade será sempre tua e Dele que me faz sentir tão bem cada vez que volto à vida normal!!! E mais uma vez vim cheia, mas com uma enorme vontade de ficar!!! Ficar para o Ouvir no meu silêncio profundo!!! Que soube tão bem!!! É nestes momentos de reflexão que percebemos que Pedir, Ouvimos Deus, na forma como nos sentimos, como nos damos com os outros, como podemos aceitar de bom agrado todas as coisas boas e menos boas que vamos vivendo e presenciando...
De momentos de serenidade interior, volto para o mundo que deixei... Agora lembro-me que à cerca de 2 meses pedi a Deus que atendesse às minhas preçes de salvar uma criança... e eu Ouvi...não sei ainda se bem... mas Ouvi... Ela ficou...Não da maneira que gostariamos, mas ficou... Senti por momentos que tudo iria acabar, que Deus não me ouviu... Mas quem sou eu no meio de um mundo tão grande para duvidar do que ele quer? Quem sou eu para achar que tudo deveria de ser diferente??? Só tenho a dizer um pouco mais conformada com tudo que será sem dúvida uma enorme lição de vida para todos os crescidos que a rodeiam...
Eu Peço e Ouço Deus de diversas maneiras... Nem sempre adivinho o que ELE quer para o que eu peço... Mas quero sentir que tudo o que ELE me diz tem uma enorme razão de ser, e que se assim o é, eu só terei que ter vontade de viver cada vez mais feliz!!!
Um bem haja a todos e um Bom Ano cheio de Pedidos e de Vozes de todos os Lados.......
Fatimamede
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Talvez qualquer popular explicasse este ditado dizendo que Deus nos põe á prova, não nos liberta dos obstáculos, obriga-nos a pensar, a crescer e a encontrar soluções. Guia-nos sem nos dizer vai por aqui ou por ali, ouve-nos mas não nos dá tudo de mão beijada. Mas este mesmo Deus nunca nos deixa cair, não sai do nosso lado, não nos torna as coisas impossíveis; ajuda aqui e ali nas questões cruciais e levanta mais o pano quando andamos perdidos. Não nos enforca.
Mas eu acho que Deus não me põe a prova de nada, ele anda de mão dada comigo; qualquer obstáculo para mim seria um obstáculo para ele. É verdade que não me facilita a vida mas também não é para isso que cá está. Não lhe peço nada, não me põe nada a frente. Caminha comigo e não vai mudar o meu caminho, se tiver dificuldades posso encontrar nele suporte, se eu cair ajudar-me-á a levantar. Pensa comigo nos problemas, ri-se e põe questões, como se falasse com ele como falo com qualquer outra pessoa.
Não posso dizer que aperte nas dificuldades da vida porque não é Ele que as cria; nem quando me faz pensar ou mudo o meu rumo – isso sou eu. Admito ser extremamente difícil para mim explicar uma relação que nunca esteve em palavras. O Deus de uns talvez aperte, o de outros não, não será uma perspectiva? Será que muda a maneira como olhamos as barreiras se soubermos que alguém lá em cima aperta connosco e até espera de nós?
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[Para escrever esta pequena reflexão associei às palavras menino e borracho, inocência e beleza interior.]
Tem-me sido difícil escrever sobre este tema. Nunca tinha dado muita importância a este provérbio. Aliás, reparo que sempre que o ouvi, não gostei muito da situação.
A Deus e a este conjunto de palavras nunca consegui atribuir uma ligação que não sentisse estar a fazer uma invocação em vão.
A música desta frase sempre me suou como uma desculpa ou acusação. A primeira manifestando a ausência do colo de Deus; a segunda manifestando sentimento de injustiça na atribuição do colo a alguém indevidamente.
Ah... estou a lembrar-me de outra: em que a música de fundo da frase é um sentimento de pena acentuado de "coitadinho".
Se proferido nestes cenários, o nome de Deus será dito em vão.
Mas, se for o "menino"ou o "borracho" a dize-lo em jeito de agradecimento por si ou por outro, então não será em vão que se invoca o nome de Deus.
Sempre que de meninos e de borrachos conseguimos SER um pouco, Deus vai-nos colocando a mão por baixo.
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A accção "ajudar" tem dois elementos envolvidos:
- quem oferece a ajuda
- quem a recebe posteriormente
A sua aplicação na práctica poderá não ser imediata. Provavelmente porque o contexto alterou-se ou porque, bem vistas as coisas, a ajuda não era assim tão útil para quem a requereu.
Ainda há casos em que as pessoas, com o seu belo "bitaite" ou acção espontânea, agem sem qualquer tipo de suporte, ou seja, aventuram-se com acção isolada. Uns, na calada da noite, outros sem medo de enfrentar terceiros.
Pedir ajuda faz de nós seres incapacitados? Pergunto eu......
Também nunca vos aconteceu que, após pedir ajuda, alguém também esteje curioso sobre o resultado, atento o que irá acontecer, à aplicação terrena da tal ajuda apalavrada, para além de vós mesmos?
Muitas vezes pedimos a tal ajuda a Deus e com isso tornamo-nos Seus mensageiros, mensageiros da Sua palavra, das Suas acções. Contribuimos para o que nos rodeia seja melhor e mais harmonioso. Juntamos esforços para que isso aconteça, potencializando o que de melhor há em nós.
(aqui fica apenas um link onde se pode ouvir uma história que se baseia neste provérbio)
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... dia 20 proporei novos temas... -seria bom que até ao dia 15 de JANEIRO todos nós publicássemos os nossos artigos!!!!
e, já agora, k tal uma operação de marketing, junto dos nossos contactos, deste espaço: assim a participação é fraquita e a ideia não é celebrarmos o anonimato mas sim a discussão alargada...
ou estarei enganaado!!!???
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Etiquetas: 2º Mandamento
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consciencialização (consciencializar + -ção)
s. f.
Acto!Ato ou efeito de (se) consciencializar. = conscientização
consciencializar (consciencial + -izar)
v. tr. e pron.
Tornar ou ficar consciente. = conscientizar
Voltar a descobrir que Deus nos habita, mora dentro de cada um de nós.
Mas na maioria das vezes andamos tão preocupados em encontrá-Lo por aí, naquilo que nos rodeia, no rosto de quem cruzamos…
“Maior é Aquele que está em nós do que aquele que está no mundo” (I João 4, 4)
Aquele que é Pai, Filho e Espírito Santo. Enquanto Pai, está por nós e connosco. Na sua qualidade de Filho, compreende as nossas vicissitudes, a nossa pequenez e fragilidade. Pelo Espírito Santo, que recebemos no baptismo, transforma…transforma-nos. É esta a vertente mais incompreensível pela lógica, mais confusa mas simultaneamente mais atraente. Surgem as dúvidas. Como deixar que Deus, pelo seu Espírito me torne melhor? Como sinto eu e vivo esse Espírito? Que mudanças opera Ele em mim?...
Procurar então, mais uma vez, de novo, um “Deus-cá dentro”, no meu lugar mais recôndito a que chamo íntimo, a que chamo meu Ser. Aproveitando para rever aquilo em que digo acreditar, correndo riscos… Risco de perceber que afinal Deus-Espírito está só parcialmente presente em mim ou mesmo de não O encontrar! Mas também posso descobrir que afinal Ele permanece lá e com Ele vou construindo laços de amizade, consciencializar que Ele me cativou e que agora não há volta a dar.
Tenho que cuidar desse Amor e cuidar implica deixar-me transformar. Ao permitir isso consigo depois, então, encontrar Deus fora de mim, naquilo que me rodeia, nos olhares e sorrisos que passam por mim. Ainda mais extraordinário, é sentir que passamos a ser, diria, um rosto iluminado, onde os outros vêem em nós algo de especial, de diferente, que não é mais do que Deus através de nós, Deus-Espírito que manifesto nos nossos gestos, atrai e dá sentido ao caminho proposto/escolhido.
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Apesar de estar por vezes ausente como Católica que sou, não consigo imaginar ou melhor sentir que se Adora ou Ama Deus com a razão…Razão é uma palavra “séria” demais, se é que assim se pode dizer, para Amar Deus. Deus é coração, é sentimento, é de dentro… Deus é amor… é Amar o que não se vê sem perguntar porquê… Apesar de a razão nos chamar muitas vezes à real e que muitas vezes não temos alternativa para fugir às evidências, o coração faz-nos sentir coisas que a razão desconhece… Faz-nos amar sem razão… E Deus é isto, é coração; coração que nos impulsiona para Amar cada vez mais!
Um abraço a todos
Fátima Mamede Jordão
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Não. Quando acreditamos em alguém não temos de amar essa pessoa para acreditar…Podemos simpatizar com ela, ter algum apreço… porque normalmente temos tendência para acreditar em quem mais apreciamos! Mas ao mesmo tempo sinto-me um pouco confusa… Porque eu Amo Deus e por isso acredito Nele… O Amor que por Ele sentimos está expresso em cada gesto que fazemos! Se por vezes faço gestos bons agradeço pelo que fiz a Ele e porque acredito que Ele me ajuda a comigo encontra o melhor caminho. Quando nem por isso ajo da melhor maneira é Deus que está no meu pensamento porque acredito nas coisas que Ele através de outros Homens me ajudou a acreditar para praticar o bem…. E amo-o por tudo o que acredito, por tudo o que luto, por tudo o que agradeço… Acreditar em Deus é amá-lo pelo que vemos pelo que não vemos, pelo que conseguimos ser…
Fátima Mamede Jordão
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Quando somos pequeninos, acreditamos que o pai é aquele que está presente sempre que chamamos, é aquele que tudo resolve, é aquele que conforta, que acolhe, que protege, é aquele que nos defende dos maus, é aquele que afasta os nossos fantasmas, que mata os monstros escondidos debaixo da cama, é aquele que invocamos quando queremos mostrar superioridade, é aquele que queremos imitar quando formos grandes… mas depois crescemos e… Puf! É como se o feitiço que tornou o nosso pai aquele super-herói tão especial se desfizesse num breve instante. Quando esse super-pai começa a perder poderes aos nossos olhos, quando começa a ser falível, quando as feridas deixam de passar com um beijinho, quando ele já não nos pode dar tudo o que queremos, quando ele já não é capaz de dar resposta a todos os nossos problemas e a todas as nossas questões, eis que aparece a promessa de um novo super-herói equipado com, pelo menos, tantos super-poderes – Deus.
Deus oferece-nos ainda mais uma quantidade de super-poderes que não seriam possíveis para o super-pai terreno. Senão vejamos, ao invés de um super-pai que nos oferece vida finita Deus oferece-me uma vida sem fim, para além da morte. Deus oferece-me ainda extras como capacidade de perdão absoluto, poder para estar presente em qualquer situação e disponibilidade para me ouvir a qualquer hora do dia. Para além de tudo isto, Deus tem ainda uma super arma, uma espécie de arma de destruição maciça que tudo move e que é capaz das maiores revoluções – chama-se amor incondicional.
Mas será a nossa relação com Deus uma relação com a paternidade mal resolvida? A nossa relação com os outros é uma projecção das relações que estabelecemos na nossa infância. Tendemos a reproduzir a relação que os nossos pais têm um com o outro no relacionamento futuro com a nossa cara-metade, tendemos a reproduzir o comportamento dos nossos pais quando somos pais, portanto tendemos também a reproduzir a relação que temos com o nosso pai terreno na relação com Deus. Assim, se prevalece um pai austero e disciplinador acredito num Deus mais punitivo que me poderá condenar ao Inferno se entrar em incumprimento, se por outro lado a minha relação com a figura paterna é uma relação de maior dependência, tenderei a que a minha relação com Deus seja de passividade e de expectativa de que Ele resolva todos os problemas (uma espécie de Deus muleta). Portanto, se a minha relação com o pai é de cumplicidade, se o meu pai é aquele que dá colo, então tendo a acreditar num Deus capaz de me amar infinitamente, num Deus Pai, num Deus com quem tenho vontade de me fazer ao caminho.
Assim, se tenho uma relação com a paternidade mal resolvida, tendo a fugir de relações equiparadas que me causam sofrimento, e por isso diria que tendo a afastar-me de Deus ou a ter também uma relação com Deus mal resolvida, e até comigo mesma. Mas quando sou uma pessoa bem resolvida, com uma relação com a figura paterna (e também materna) bem resolvida, então é mais fácil para mim estabelecer uma relação segura com Deus, uma relação de confiança e forte vinculação.
Será então que acreditar em Deus não será antes uma relação com a paternidade BEM resolvida? E não será o pai aquela figura autoritária e obstrutora que escapa ao encanto do afectivo regaço maternal? Será Deus um super-Pai ou estará Ele muito mais próximo de uma super-Mãe?
Cenáculo: espaço inspirador, onde, podemos e devemos voltar, sempre que, ao olhar para a frente, precisemos de ir buscar, também, as forças do passado...