[05/07/2012] • 7 comentários

E depois partilhemos alguns comentários sobre ele.

7 comentários:

Paulo Adriano disse...

O que, à partida parecia ser um cliché da actualidade (acusar a Igreja de homofobia), torna-se numa realidade da actualidade: a visão extremista que se tem dessa mesma Igreja e que está tão bem retratada na personagem da mãe. De facto, ela representa, não só os que dentro da sua religiosidade fazem interpretações literais da bíblia, como também os que, avessos a qualquer tipo de religiosidade, pregam a tolerância enquanto fazem execuções sumárias dos que, de algum modo, professam a sua fé. Ficam-me no ouvido as palavras de um padre: Deus ama todos como seus filhos, independentemente da sua condição.

Paulo Adriano disse...

Ter uma fé cega, é tão perigoso como não ter fé (sic).

Paulo Adriano disse...

"Questionar a fé, ajuda a encontrar uma fé mais profunda".

Paulo Adriano disse...

E, já agora, deixem-me que diga: essas coisas do orgulho gay e das paradas, fazem-me muita confusão e não contem comigo para as alimentar.

Elsa* disse...

Essas coisas das paradas gay também me fazem muita confusão. Cai-se num circo que não contribui para o respeito pela questão.
Um dia, numa discussão sobre o assunto, percebi que era forma de chamar à atenção para que se proporcionassem depois conversas sobre a homossexualidade. Sobre esta forma de manifestação penso: "os fins não justificam os meios"

Elsa* disse...

O filme baseia-se numa história verdadeira.
Como esta história verdadeira, há mais e mais perto de nós.

Do filme também retiro:
- a angústia de uma mãe dividida entre o amor ao filho e a Deus, procurando nEle razões para confirmar o caminho do mal que pensava estar a seguir o seu filho;
- a angústia de um filho dividido entre o amor à mãe, a sua fé e a sua orientação sexual;
- um casal, com dois filhos que fingiam viver uma fé comum (??)
- um filho que sofreu, uma mãe que sofreu, uma família que sofreu e afinal, uma igreja que acolhia!

Zef disse...

E um tema sensível, uma história que nos faz pensar...
Como em muitos outros temas, o mais importante é mesmo a igreja acolher...

No entanto tenho alguma dificuldade em debater o tema, porque há também a superficialidade das relações (hetero e homosexual), que é logo pólvora para qualquer tentativa de debate.

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