[12/02/2008] • 6 comentários

Se eu fosse um cheiro seria... Canela porque é um cheiro muito específico, não se confunde, detecta-se facilmente, só fica bem nalguns pratos e nesses pratos, para mim, é indispensável.

E se fosse um som seria... O bater da chuva na janela porque simplesmente aconchega-me, faz-me divagar, faz-me pensar que está toda gente chateada por não haver Sol e eu não.

Se tivesse de escolher uma música que cantasse toda a minha verdade seria... Feeling Good porque é simplesmente uma filosofia, um estado de espírito, um auge, uma certeza.




E se escrevesse uma auto-biografia chamar-se-ia certamente... Metas porque acredito que a minha vida se desenrole à volta delas. Não fixas. Não premeditadas. Pontos fulcrais de crescimento que me fizeram e fazem olhar para trás e para a frente com um sorriso.
Se eu fosse uma causa/uma missão seria... Qualquer uma que Lute pelos direitos das crianças porque não há ser mais indefeso, mais inocente. Revolta-me! Não têm como se defender. (Bem… próxima!)
E se fosse uma direcção seria… Em frente porque a meta é logo ali à frente!

Se me convidassem hoje para um baile de máscaras, o disfarce perfeito... Lisa Simpson porque… é amarelo, inconfundível, carismático… e o acessório é especial: saxofone.

Se fosse um calçado queria ser… Obviamente umas Havaianas porque é o calçado ideal. Prático. Confortável. Colorido. Sempre com ar condicionado (J). Simples. Perfeito.

E se fosse uma árvore... Damasqueiro porque é uma árvore linda de se ver (flor brilhante) e dá os frutos mais viciantes que eu já comi. Beleza e utilidade no ponto de equilíbrio.

Das obras de arte que conheço, e ainda daquelas que já ouvi falar, queria ser Number 8, 1949 (detail), Jackson Pollock porque é uma inspiração, um devaneio, uma amostra de cor, movimento, criação e impressão digital. Impossível fazer igual.




Se eu fosse uma palavra seria... Porquê porque esta palavra acompanha o meu dia, as minhas horas, minutos, segundos. É constante no meu pensamento, desde a mais pequenina coisa que piso à existência do Universo.


Se fosse um verbo só podia ser... Dar porque é quando me sinto realizada. É quando recolho as melhores expressões, gestos. Seria, sem dúvida, o verbo Dar e o seu ascendente seria o verbo Surpreender.

E se houvesse uma frase que descrevesse tudo o que encerro dentro de mim… “Não sou aquilo que escrevo, nem o que faço, nem o que digo… às vezes sou aquilo que sinto.”

Se eu fosse uma história infantil seria... Pocahontas porque assim poderia contar quantas cores que o vento tem.





(Pura magia)


E ainda se fosse uma personagem tirada de um filme/livro de desenhos animados seria... o Calvin porque a sua simplicidade, rebeldia, perspicácia, genialidade fazem uma receita extraordinária. Com o seu fiel Hobbes… dupla perfeita.



Se fosse um personagem histórico seria Joana d’Arc porque se acreditar não há limite.

E se fosse uma cidade seria…Lisboa porque não conhecendo ainda as cidades do mundo, a agitação e a superficialidade da capital “abomina-me”. Confusão. Caos. Pressão. Stress. Cultura. Lazer. Movimento. Noite. Rio. Pessoas. Pessoas. Pessoas. (…) Encaixo-me!

Se eu me pudesse sentar num sofá em qualquer parte do Mundo, o meu sofá estaria em… Nova Iorque, Manhattan, porque a curiosidade é muita! É um destino de eleição. É a descrição ao quadrado da alínea anterior.

Se eu pudesse escolher um momento da minha vida para ilustrar tudo o que sou, o momento era “Este” porque talvez, nunca antes tenha pensado na minha vida de tantas perspectivas diferentes. Uma retrospecção bem profunda e serena.


E já agora,Se me perguntassem o que é isto do Cenáculo, eu dir-lhe-ia “…é um sitio onde as pessoas jogam às palavras num arco-íris…”

6 comentários:

Marta* disse...

Desculpem o abuso de espaço! É o que faz ter um dia de férias e já não se estar habituado:)* Obrigada Fabi! Soube muito bem começar assim a semana. . .*

Fabi disse...

Parabéns pelo exercício! Espero que tenhas encontrado mais um pedacinho de ti...

P.A. disse...

Eu sei que este cantinho não é uma competição de palavras. Mas depois do que a Marta escreveu, nem sequer me vou atrever a pensar na hipotética possibilidade de talvez, quem sabe, poder construir as minhas próprias frases. Vou assumi-las como minhas.

Libelinha disse...

Parabéns!
Foi muito simpático ler e [conhecer] a Marta. Gostei especialmente da canela...

Andreiita disse...

Marta, gostei tanto tanto tanto!! =D
Beijinho para ti *

teresa disse...

Ao ler as tuas palavras consegui rever, em cada uma delas, um pedaço de ti...era impossível não rever!*
Se eu fosse uma direcção...seria aquele caminho de terra, no meio do campo, que apesar de escondido da civilização, permanece livre às passadas de indigentes despertos...
Se eu fosse uma direcção, Marta, seria esse mesmo caminho, esse percurso que me levaria ao encontro de muitos outros momentos únicos contigo...porque tu, és tu e pouco mais conseguirei dizer... ;)*

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