[28/04/2008] • 3 comentários

Passei por acaso... não sei se foi boa lembrança da Carlita passar-me a pasta da animação. Desde já prometo que não farei como o PA!

Estava a pensar no desafio a lançar para continuar este espaço de partilha... E fica uma proposta simples, mas quase de intimidade: «A minha mesinha de cabeceira».

Eu, por exemplo, tenho alguns livros para ir lendo quando me deito e ainda consigo ter os olhos abertos durante algum tempo. Gosto sempre de ir lendo um romance, e esse é o único tempo que dedico a esse tipo de literatura.

Actualmente, para variar, estou com um autor até agora apenas conhecido de nome (melhor, pseudónimo): Pepetela. Angolano - mete pelo meio umas palavras que vou tentando perceber o sentido (o que às horas a que leio nem sempre é fácil, que o cérebro trabalha mais lentamente...). O romance em questão é «O quase fim do mundo». Não vou contar, também ainda não acabei! Mas tudo se passa à volta de um grupo de sobreviventes de um misterioso desaparecimento de todos (ou quase todos...) os seres animais... Joga-se com os sentimentos, necessidades, relações, pensares, vontades de meia dúzia de pessoas que tem nas suas mãos o recomeçar da humanidade... Os narradores vão variando, e um mesmo acontecimento pode ser-nos oferecido com contornos bastante diversos: uma parábola da busca de uma verdade que possa passar além das verdades pessoais de cada um?

É claro que na mesinha de cabeceira está também o indispensável despertador. Um rádio despertador que me acompanha há anos. Já nem funciona muito bem de tanta pancada que tem levado. Mas mesmo assim, insiste em fazer barulho todas as manhãs...

3 comentários:

verita disse...

Então e o candeeiro?

Catarina disse...

uma optima ideia!

Carlita* disse...

Uma ideia simplesmente genial... *

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